Originalidade, similaridade e risco: como ler um relatório de plágio
Entenda a diferença entre originalidade, similaridade e risco num relatório de plágio e o que cada indicador significa antes de entregar seu trabalho.
Você rodou a verificação e recebeu três números: originalidade, similaridade e risco. O que cada um quer dizer? Entender isso evita pânico desnecessário — e também excesso de confiança.
Originalidade não é tudo
A originalidade é o placar principal: o quanto do texto não coincide com outras fontes. Mas um índice alto sozinho não garante segurança. Por isso bons relatórios trazem mais dois indicadores.
Os três indicadores
- Originalidade: percentual do texto que parece seu. Quanto maior, melhor.
- Similaridade: quando há coincidência, quão próxima ela é. Uma frase idêntica pesa mais que uma parecida.
- Risco: uma leitura combinada — junta a cobertura das coincidências, a intensidade e o tipo (cópia literal pesa mais que paráfrase) para indicar a chance real de problema.
Dois trabalhos podem ter a mesma originalidade e riscos muito diferentes: um com várias frases idênticas sem citação é mais grave que outro com coincidências curtas e comuns.
Como agir diante do relatório
- Vá aos trechos destacados, não só ao número.
- Para cada um, decida: falta citação? a paráfrase precisa ser reescrita? é expressão comum (falso positivo)?
- Priorize os de risco alto (cópia literal sem fonte).
- Corrija e rode de novo.
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